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O IMPACTO DAS PRÁTICAS COM LUVAS NAS INFECÇÕES DO SÍTIO CIRÚRGICO

Silvana Harding
Silvana Harding, RN
Professional Certificate in Allergy Nursing UniSA,
Foundations of Infection Prevention and Control ACIPC
Clinical Manager, Australia & New Zealand
Professional Education and Clinical Affairs

As infecções do local cirúrgico (ISC) são uma preocupação comum no pós-operatório que coloca os doentes em maior risco de atraso na cicatrização da ferida, complicações e aumento da mortalidade.1 Algumas organizações hospitalares instituíram protocolos para reduzir as ISC, incluindo a profilaxia antibiótica e a mudança de rotina de luvas e instrumentos para o encerramento da ferida.1

Quando é observada uma perfuração nas luvas cirúrgicas, a prática recomendada é retirar imediatamente as luvas, considerar a desinfeção das mãos e substituí-las. No entanto, as perfurações podem facilmente passar despercebidas e provocar uma potencial contaminação da ferida cirúrgica, bem como a exposição dos profissionais de saúde a microrganismos. A Association of PeriOperative Registered Nurses (AORN) recomenda a mudança de luvas a cada 90 a 150 minutos.2 No entanto, esta prática não é um padrão de cuidados aos doentes e, muitas vezes, depende da decisão dos próprios profissionais de saúde e das políticas e procedimentos organizacionais.

Embora seja necessária investigação adicional baseada em provas, é possível reduzir a perfuração das luvas e o risco de contaminação adaptando as melhores práticas de substituição atempada das luvas. A manutenção da assepsia ajudará a minimizar as ISC, o que terá um papel positivo significativo a desempenhar nos resultados dos doentes.


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REVER O RESUMO CLÍNICO DE ANSELLCARES, UMA VEZ QUE ESTE FORNECE PROVAS DA TRANSMISSÃO DE BACTÉRIAS ATRAVÉS DE MICROPERFURAÇÕES DAS LUVAS

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LEIA ESTE ARTIGO DE REFERÊNCIA QUE EXAMINA A MUDANÇA DE ROTINA DAS LUVAS CIRÚRGICAS PARA AJUDAR A PREVENIR A INFECÇÃO DO LOCAL DA CIRURGIA (SSI)

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Revisão do Resumo Clínico AnsellCARES Melhores Práticas / Caso de Negócio para a Prevenção de SSI



REFERÊNCIAS:
1. Wolfhagen N, de Jonge S. Practice of changing gloves and its effect on surgical-site infections (Prática de mudança de luvas e o seu efeito nas infecções do local de cirurgia). Br J Surg. 2023;110(5):531-532.
2. AORN.(2023). Directrizes para a técnica estéril In: Guidelines for Perioperative Practice (Directrizes para a prática perioperatória) Denver, CO: AORN, Inc; 2023.